Urna eletrônica completa 30 anos em 2026, marco que reúne tecnologia, auditorias e medidas de transparência que acompanharam a ampliação do sistema no país.
Em três décadas, mudanças nos recursos e na preparação das eleições tornaram o equipamento mais acessível e seguro, com foco em evitar fraudes e ampliar a confiança do eleitor.
Veja a seguir como a urna eletrônica evoluiu, com datas, procedimentos e funcionalidades que explicam por que, segundo a fonte, o sistema mantém integridade, conforme informação divulgada pela Agência Brasil
Como tudo começou, primeiros testes e adoção nacional
O equipamento foi usado pela primeira vez nas eleições municipais de 1996, de forma parcial e em caráter de teste, conforme a fonte citada.
Em 1998, passou a exibir a foto de todas as candidatas e candidatos, e em 2000, o sistema já era usado por 100% do eleitorado nacional, segundo a mesma divulgação.
Transparência e controle, cerimônia de lacração e auditorias
Em 2002, foi realizada a cerimônia pública de lacração e o teste de integridade, uma prática que buscou tornar o processo mais visível e verificável.
Dois anos depois, começaram as auditorias periódicas no código-fonte, procedimento que adicionou camadas técnicas de checagem independente ao sistema.
Biometria, acessibilidade e recursos da interface atual
As eleições de 2006 marcaram o início dos testes com identificação biométrica, passo importante para reforçar a segurança e a identificação do eleitor.
Neste ano, a tela conta com recurso em Libras, a Língua Brasileira de Sinais, para indicar votos brancos, nulos e a legenda partidária, o painel informa a quantidade de números esperados para cada cargo em disputa, e uma barra na parte superior da tela mostra o andamento da confirmação do voto, conforme detalhado pela fonte.
Integridade e reconhecimento internacional
Em três décadas, a Justiça Eleitoral brasileira nunca registrou um único caso comprovado de fraude. Essa constatação foi destacada na divulgação original da Agência Brasil.
Pelo menos 34 países utilizam ou já utilizaram sistemas eletrônicos de votação, como França, Bulgária, Índia, Peru, México e determinados estados dos Estados Unidos, o que mostra que a adoção de tecnologia em urna não é exclusiva do Brasil.
A soma de testes, auditorias, cerimônia pública de lacração, biometria e melhorias de acessibilidade compõe a explicação oficial para o histórico de integridade do sistema de voto eletrônico brasileiro, segundo a matéria da Agência Brasil.