São Luís

Revisão da condenação de Bolsonaro no STF ficará para depois da eleição, julgamento previsto para 25 de outubro, PGR ainda não se manifestou

08 de outubro de 2026 às 16:04
• Por Redação Rádio São Luís • 3 min de leitura
Revisão da condenação de Bolsonaro no STF ficará para depois da eleição, julgamento previsto para 25 de outubro, PGR ainda não se manifestou
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O Supremo Tribunal Federal deve levar para análise o pedido de revisão da condenação de Jair Bolsonaro apenas após o segundo turno das eleições, com previsão para 25 de outubro.

O gabinete do relator, ministro Kassio Nunes Marques, informou que o caso não será julgado antes do fim do pleito para evitar interferências no processo eleitoral, e que a ação ainda aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR).

O julgamento será realizado pelo plenário do STF, e a data deverá ser definida pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, conforme informação divulgada pelo g1

Prazo e calendário do julgamento

A previsão é que o pedido de revisão seja analisado após o segundo turno, em 25 de outubro, embora a data final dependa da definição do presidente do STF, Edson Fachin. Segundo o gabinete do relator, o caso ainda aguarda manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), o que pode influenciar o cronograma.

Motivação para adiar a análise

O adiamento, segundo o gabinete de Kassio Nunes Marques, visa evitar qualquer risco de interferência no processo eleitoral, por isso, não será julgado antes do fim do pleito para evitar interferências no processo eleitoral. A postura reforça preocupação institucional com a lisura do calendário eleitoral.

O que está em jogo na revisão

A defesa de Bolsonaro busca reverter a condenação a 27 anos e três meses de prisão imposta pela Primeira Turma do Supremo no processo que investigou a tentativa de golpe de Estado. Caso o plenário decida pela manutenção ou alteração da pena, haverá impactos jurídicos e políticos relevantes.

Próximos passos e cenário político

Com a ação encaminhada para o plenário, a decisão final depende de manifestações pendentes e da agenda do presidente do STF. A expectativa por posicionamentos da PGR e pela marcação da data por Edson Fachin deve manter o tema em destaque no debate público até o desfecho.

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