O senador eleito Lahésio Bonfim afirmou que vai articular a participação de prefeitos do Maranhão em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro, com objetivo de ampliar a mobilização municipal para o segundo turno.
A proposta prevê reuniões presenciais e organização das atividades de campanha nas cidades, após o retorno de Lahésio ao estado, e a montagem de uma atuação conjunta das lideranças locais.
Conforme informação divulgada por Lahésio Bonfim durante encontro em Brasília, o senador disse que já reúne apoio de mais de 50 gestores e que pretende ampliar esse número para cerca de 100 prefeitos nas próximas semanas.
Articulação e número de prefeitos
Lahésio afirmou que “Hoje eu trago a fala de mais de 50 prefeitos que estão indo pra batalha agora. Quando eu voltar, a gente já se reúne e já vão pras ruas. Mais de 50 prefeitos, e esse número pode aumentar pra 100 em pouco tempo“, segundo relato feito no encontro em Brasília.
O senador eleito informou que pretende realizar reuniões presenciais com os gestores municipais no Maranhão para definir a participação das lideranças e a organização das atividades de campanha nas cidades.
Contexto político no Maranhão
A articulação ocorre em meio à adesão de outras lideranças maranhenses à candidatura de Flávio Bolsonaro, entre elas o deputado federal Pedro Lucas Fernandes, do União Brasil, que também declarou apoio e anunciou intenção de atuar na campanha no Nordeste.
No primeiro turno, Flávio Bolsonaro venceu em apenas seis dos 217 municípios maranhenses, todos na região intermediária de Imperatriz, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi o mais votado nas outras 211 cidades do estado.
Próximos passos e transparência
Até o momento, Lahésio não divulgou a relação dos prefeitos que estariam envolvidos na articulação, nem detalhou cronograma completo das reuniões. A expectativa é que a lista e o plano de ação sejam anunciados após os encontros presenciais.
Analistas e observadores locais devem acompanhar a mobilização para avaliar o impacto da articulação de prefeitos na reta final da campanha, especialmente em municípios onde Flávio Bolsonaro teve desempenho restrito no primeiro turno.