A prisão de um homem apontado como principal suspeito do homicídio de Jociel Silva Oliveira ocorreu no início desta semana na BR-010, próximo ao Posto Chapadão, no Maranhão.
Identificado pelas iniciais L.F.C. de C., e conhecido como Hebraico, o suspeito também tinha um mandado de prisão expedido pela Justiça do Amapá por organização criminosa e tráfico de drogas.
As informações sobre a ação policial e os detalhes do caso foram divulgadas pela Polícia Civil de Açailândia, que conduziu a investigação e a prisão.
conforme informação divulgada pela Polícia Civil de Açailândia
Operação e localização do suspeito
De acordo com a Polícia Civil, a prisão foi feita em uma operação conjunta da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, da Delegacia de Polícia de Itinga do Maranhão e do 26º Batalhão de Polícia Militar, com participação da Força Tática e da 2ª Companhia da PM em Itinga.
O preso foi localizado na BR-010, nas proximidades do Posto Chapadão, após levantamentos de inteligência que apontaram possíveis trajetos usados pelo investigado.
Investigação do homicídio em Açailândia
A investigação apura a morte de Jociel Silva Oliveira, no assentamento Conquista da Lagoa, na zona rural de Açailândia, onde a vítima foi, segundo a Polícia Civil, atingida por aproximadamente 24 disparos de arma de fogo.
Câmeras de segurança registraram o crime, e as imagens foram usadas para identificar o investigado, que foi apontado como o principal suspeito do homicídio.
Mandado de prisão e ligação com grupo criminoso
Durante as diligências, os policiais verificaram que havia outro mandado de prisão contra o suspeito, expedido pela Justiça do Amapá, relacionado aos crimes de organização criminosa e tráfico de drogas.
Autoridades daquele estado informaram que “Hebraico” é apontado como uma das lideranças da Família Terror do Amapá (FTA), e que ele estava foragido desde o fim de 2025, tendo, segundo as apurações, se deslocado para Açailândia.
Próximos passos da investigação
O delegado Francisco Rodrigues da Silva, responsável pelo caso, informou que as diligências reuniram indícios de autoria e fundamentaram os pedidos de medidas cautelares, que foram autorizadas pela Justiça após manifestação do Ministério Público.
Com a prisão, a DHPP de Açailândia deve prosseguir com as buscas em endereços ligados ao investigado e com a coleta de novas provas para complementar o inquérito.