O Maranhão tem um contingente expressivo de profissionais submetidos à escala 6×1, regime que prevê seis dias de trabalho para um de descanso.
Esse grupo reúne 166.557 trabalhadores, o que equivale a 29,77% do total considerado no levantamento, mostrando a presença significativa da escala no mercado local.
Os dados apontam a posição relativa do Estado em comparação com os demais, e ajudam a entender diferenças regionais e absolutos no país, conforme levantamento citado na fonte.
Os números em detalhes
Em proporção, o resultado coloca o Maranhão na 20ª posição nacional entre os 26 estados e o Distrito Federal, quando considerada a participação de trabalhadores na escala 6×1.
O percentual mostra que quase três em cada dez trabalhadores maranhenses incluídos na pesquisa cumprem esse tipo de jornada, evidencia a relevância do regime para parte da força de trabalho local.
Comparação com outros estados do Nordeste
Entre os estados do Nordeste, o Maranhão aparece atrás de Alagoas, com 32,9%, Bahia, com 32,52%, Sergipe, com 30,9%, e Rio Grande do Norte, com 29,89%.
Por outro lado, o percentual maranhense supera as taxas de Pernambuco, com 29,48%, Paraíba, com 28,77%, Ceará, com 20,55%, e Piauí, com 19,75%. Em números absolutos, o Maranhão contabiliza mais trabalhadores na escala 6×1 do que Alagoas, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba e Piauí.
Panorama nacional e diferenças entre proporção e absoluto
No cenário nacional, a liderança proporcional cabe ao Tocantins, com 48,15% dos trabalhadores submetidos à escala 6×1. Em seguida aparecem Santa Catarina, com 44,72%, Roraima, com 43,9%, Goiás, com 42,99%, e Mato Grosso do Sul, com 40,57%.
Embora ocupe a 12ª posição no ranking proporcional, São Paulo concentra o maior número absoluto de trabalhadores nessa jornada, com 4.282.744 pessoas, o que evidencia a diferença entre o peso relativo da escala no mercado de trabalho e a quantidade efetiva de profissionais submetidos ao regime.
Estados com maiores contingentes e leitura final
Em termos absolutos, Bahia, Pernambuco e Ceará apresentam contingentes maiores que o Maranhão, com 596.501, 382.697 e 254.752 trabalhadores na escala 6×1, respectivamente.
Os números mostram que a presença da escala 6×1 varia muito entre as unidades da Federação, e que proporção e quantidade absoluta contam histórias diferentes sobre como essa jornada impacta o mercado de trabalho nacional.